segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
KISS: música ou marketing?
Para alguns, eles são 4 palhaços de luxo que usaram a música como desculpa para ganhar dinheiro. Para outros milhares, formam a maior banda de rock do mundo. Desde o início de suas atividades, o KISS é sempre 8 ou 80, amor ou ódio, mas com a certeza de que constitui um dos maiores impactos culturais da década de 70.
Há quem, até hoje, acuse o grupo de incompetência musical camuflada pela maquiagem e pelos efeitos especiais, ou acredite que não tem credibilidade alguma por causa de tanto merchandising. Mas uma resposta de Gene Simmons a um repórter que questionou a mesma coisa diz tudo: “Credibilidade? Está louco? Nós nunca tivemos credibilidade alguma, então por que devemos nos preocupar? Quanto mais dinheiro eu ganhar, melhor. Não estamos forçando ninguém a comprar nada. Se os fãs querem, o que podemos fazer senão satisfazer seus desejos?”
Você ainda não deve ter parado para pensar no KISS como uma marca. Nada aconteceu por acaso. Desde que começaram compondo e ensaiando em um apartamento minúsculo e imundo em Manhattan, Gene Simmons e Paul Stanley já planejavam criar um fenômeno musical, proporcionando ao público não só música e sim um espetáculo sonoro e visual completo.
Baseados em simples, mas excelentes estratégias de marketing, alcançaram níveis de popularidade que muita banda séria jamais sonhou. Já começando pela criação de personagens, adicionando storytelling, como um grupo de super-heróis de diferentes personalidades. Maquiados e fantasiados de “The Starchild” (Paul Stanley), “The Demon” (Gene Simmons), “Space Ace” (Ace Frehley) e “The Catman” (Peter Criss). Como bem já disse J.J. Abrams: mistério vende, e assim mantiveram suas “identidades secretas” por mais de uma década.
Nos primeiros shows, ganhando US$35 por noite, o KISS era motivo de risos, piadas e deboches por grande parte do público, mas chamaram atenção de muita gente não só pela estética, mas porque já nesse início pareciam ter grande sucesso. Bobagem, eram ainda apenas pé-rapados.
Para passar a imagem de que eram uma banda famosa, contrataram o popular grupo Brats para abrir um show e mandaram convites para imprensa em nome do KISS. Como se já não bastasse, mesmo endividados até o último fio de cabelo, alugaram uma limousine para chegar ao local da apresentação em grande estilo.
Toda essa jogada de marketing não foi em vão. Dezenas de jornalistas e produtores de gravadoras compareceram ao show movidos pela curiosidade de ver quem eram aqueles ilustres desconhecidos que haviam contratado os famosos Brats para uma apresentação.
“Lotamos toda a primeira fila com camisetas feitas em casa, que continham o logotipo do KISS. Então, quando as pessoas entravam no clube e viam vários fãs vestidos com camisetas da banda, pensavam: - Esta banda deve ser importante”, revelou Gene Simmons sobre o primeiro grande show do KISS anos mais tarde. Alguém falou em marketing de guerrilha?
Foi depois desse episódio que conseguiram um contrato com Neil Bogart, presidente da recém-inaugurada Casablanca Records. O sucesso foi inevitável e o dinheiro começava a aparecer. Mesmo assim a banda ainda adotava truques curiosos para economizar e impressionar o público. Entre outras manobras, eles amontoavam caixotes de madeira vazios com uma frente falsa no formato de amplificadores, construindo assim uma suposta parede gigantesca dos mesmos.
Tendo em vista que cada amplificador Marshall utilizado no palco custava na época o equivalente à US$600, a mídia se perguntava: “Como era possível que uma banda desconhecida possuísse tamanho equipamento?”.
O KISS é uma banda com slogan. A partir da turnê de “Hotter Than Hell” em 1975, uma mensagem acompanha todos os shows. Sempre ao início de cada apresentação, um mestre de cerimônias berra a seguinte frase: “You wanted the best and you got the best. The hottest band in the world. KISS!”. Esta repetição constante da mensagem tornou-se emblemática na carreira da banda, um slogan que marca, definitivamente, o conceito KISS de ser um super-grupo.
Nesta fase, surge o empresário Bill Aucoin, renomado profissional que passa a controlar os negócios do KISS. Começam a associar a imagem da banda em quase tudo, o que fazia que ficassem cada vez mais populares e arrecadassem mais dinheiro. Podia-se encontrar, como de fato até hoje, centenas de produtos com a marca do KISS, incluindo pôsters, lancheiras, fotos, radinhos de pilha, revistas, máquinas de fliperama, bottons, adesivos, carrinhos de brinquedo, jogos de tabuleiro, quebra-cabeças, chaveiros, fósforos, gargantilhas, moedas comemorativas e cartões postais.
Ainda na década de 70, funda-se o KISS Army, exército de fanáticos em todo o mundo que é comandado pela própria banda. O KISS Army responsabiliza-se, como um fã clube mundial, pela promoção e divulgação da banda, produzindo fanzines e comercializando diversos materiais relacionados ao grupo. Existe ainda uma curiosa lenda em torno do KISS Army, onde dizem que o fã-clube possui uma gigantesca fortuna que será distribuída como herança aos fãs após a morte de seus ídolos.
Como se isso não bastasse, em 1978 o KISS realizou uma parceria com a Marvel Comics em mais uma estratégia de marketing. Lançaram uma revista em quadrinhos da banda, transformando Ace, Paul, Gene e Peter em super-heróis, tendo como base Capitão América, Super Homem e Homem Aranha. O detalhe é que as primeiras trezentas cópias da HQ continham sangue dos próprios músicos misturado com a tinta utilizada na impressão. No dia da retirada do sangue de cada integrante num laboratório americano, a imprensa acompanhou tudo de perto. Segundo declarações da banda, seria uma forma de “dar nosso sangue pelos fãs”.
Tudo isso transformou o KISS em uma banda com adoradores, e não apenas com fãs. A turnê mundial era monstruosa, com mais de 50 pessoas na equipe, 16 toneladas de equipamento pessoal, 24 toneladas de som, 17 toneladas de luz, 18 toneladas de cenário. Com o som e a iluminação eram gastos US$1 milhão e mais US$1 milhão com o custo do cenário. Eram necessárias 24 horas de trabalho intenso para montar toda a estrutura do show. Tudo ficava pré-estabelecido nos contratos, desde a dimensão do local escolhido para a apresentação até caracterizações detalhadas sobre os camarins. E de escasso, o dinheiro passou a ser farto. Nessa época a banda também já possuía seu próprio avião. Desde 1975 até 1980, o KISS já havia percorrido cerca de 3 milhões de quilômetros.
Desde então, começaram a acontecer por todo o mundo as chamadas KISS Conventions, uma espécie de congresso em que os fãs trocavam informações, fotos, revistas, camisetas, etc. Nesses eventos, era possível conhecer desde sósias dos integrantes até roupas originais utilizadas nos shows. Ao final de cada evento, a banda realizava um show acústico em que os fãs determinavam o repertório. Além disso, o KISS concedia uma coletiva em que os repórteres eram o próprio público.
Quando a banda se perdeu sonoramente na metade da década de 80 e com a popularidade em queda, resolveram aparecer em público pela primeira vez sem maquiagem, dizendo que estavam cansados de seus personagens. Mais uma tentativa de chamar atenção da mídia e do público. No retorno da formação original, em 1996, o impacto também foi grande: convocaram uma misteriosa coletiva de imprensa e, sem ninguém esperar, apareceram maquiados e fantasiados novamente durante o Grammy.
O primeiro show dessa reunião teve os ingressos esgotados em 45 minutos, e em 1998 lançaram a turnê do disco “Psycho Circus”. Era o primeiro show 3D em tempo real da história da música. Na porta do estádio eram distribuídos óculos especiais para o público visualizar os efeitos em terceira dimensão. Além disso, explosões, fumaça, efeitos de luz e som, números cospe-fogo e cospe-sangue, 10 minutos de fogos de artifícios no encerramento. Uma produção nada modesta: foram desembolsados US$10 milhões para que fosse realizada tal monstruosidade visual e sonora. Resultado: foi a turnê mais lucrativa nos Estados Unidos na década de 90, no ranking da revista Forbes.
90 milhões de álbuns vendidos depois, o KISS nunca foi muito elogiado pela crítica, provavelmente nunca vai ter uns de seus discos em uma lista séria de “melhores de todos os tempos” e sempre vão ser considerados palhaços de luxo por muitos, mas ainda assim deixaram uma marca espetacular na história do rock e do show business. Pergunte para Pink Floyd, Rolling Stones e U2 em quem eles se inspiraram para produzir seus mega-shows, ou aos cariocas o que foi aquele 1983 no Maracanã. Ouvir KISS ainda continua sendo uma das coisas mais divertidas de se fazer.
E para responder a pergunta do título deste post, vale citar mais uma vez Gene Simmons, um dos maiores publicitários de nosso tempo. Quando perguntado pelo apresentador britânico Tony Wilson, em 1976, sobre o que era mais importante para a banda, se a música ou todo o circo de marketing, o baixista respondeu: “o público”.
domingo, 22 de janeiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
O mal existe?
- Deus fez tudo o que existe?
Um estudante respondeu corajosamente:
- Sim, fez!
- Deus fez tudo mesmo?
- Sim, professor - respondeu o jovem.
O professor replicou:
- Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau.
O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a fé era um mito.
Outro estudante levantou sua mão e disse:
- Posso lhe fazer uma pergunta, professor?
- Sem dúvida - respondeu-lhe.
O jovem ficou de pé e perguntou:
- Professor, o frio existe?
- Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?
O rapaz respondeu:
- Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.
- E a escuridão, existe? - continuou o estudante.
- Mas é claro que sim - retrucou o professor.
- Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas várias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.
Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:
- Diga, professor, o mal existe?
- Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.
Então o estudante respondeu:
- O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou o amor, que existem como existe a luz e o calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seu coração. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz. Se o senhor não possui Deus no coração, o mal sempre terá força sobre seu corpo e alma.
O professour calou-se. Não tinha argumentos.
domingo, 25 de dezembro de 2011
Santa incoerência...
domingo, 4 de dezembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Sons que você não conhece... mas deveria!
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
Rock In Rio 2011... Rock? Onde?
Quem é Ivete Sangalo, Claudia Leitte, Maria Gadú, Milton Nascimento, NX Zero para participar de um show que leva, infelizmente o nome de rock? Não é ninguém. Nem esses e outros cantores de outros ritmos.
Mais uma vez a mídia distorce, corrompe os valores, com o único objetivo de ganhar dinheiro.
E o povão? O povão vai sim! A falta de cultura faz com que sejam manipulados em massa. Acreditam piamente naquilo que a mídia lhes entorpecem na mente.
O primeiro Rock In Rio, em 1985, foi decente e fiel às suas origens, mas a partir do momento em que a ganância destrutiva dos doentes por dinheiro viu resultados, corromperam a decência, a musicalidade, a ordem.
Todos os roqueiros de verdade estão indignados com essa atitude acéfala. É a maior falta de respeito com o gênero musical proposto. Mas só utilizam o bom nome do rock para atrair incultos e distorcer a ordem natural das coisas. Os promotores então deveriam mudar a idéia proposta do evento, e não vender festival de rock com artistas de axé e MPB.
Tantas ótimas bandas brasileiras de rock ficarão na obscuridade, sem participar, e cantores(as) que são umas aberrações estarão lá, e certamente ganharão rios de dinheiro.
O capitalismo selvagem não respeita os valores. Não respeita uma tradição. Não respeita o ROCK N' ROLL!
sábado, 3 de setembro de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
Carta aberta a Renato Aragão
para: Renato Aragão, vulgo Didi
"Querido Didi, há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu nome para colar nas correspondências que me mandou). Achei que as cartas desse tal Criança Esperança não deveriam ser endereçadas a mim.
Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta.
Não foi por ‘algum’ motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação.
Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula.
A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da minha família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não mata ninguém. Muito pelo contrário, faz bem! Estudei na escola da zona rural, fiz supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro-empresária.
Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos impostos embutidos em cada alimento, em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família.
Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais.
O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores dessa dinheirama toda não têm a educação como prioridade. Pois a educação tira a subserviência e esse fato, por si só, não interessa aos políticos no poder. Por isso, o dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora ou aplicando muito mal.
Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda? Você pode ajudar a mudar isso! Não acha?
Você diz em sua carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada à Presidente da República. Ela tem a chave do cofre e a vontade política para aplicar os recursos. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ela faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. Mas, infelizmente, não é o que acontece…
No último parágrafo da sua carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da ‘minha’ doação, que a ‘minha’ doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.
Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho. Isso significa que o governo leva quase um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.
Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não.
Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira. Outra coisa, Didi: mande uma carta para a Presidente pedindo para ela selecionar melhor os ministros e professores das escolas públicas. Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino. Melhorar os salários desses profissionais também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação.
Peça para ela, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças além de ler, escrever e fazer contas, possam desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ela priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.
Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando:
Eliane Sinhasique, mantenedora principal dos dois filhos que pari."
ps.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.
ps.2: Aos otários que doaram para o Criança Esperança, fiquem sabendo que as organizações Globo entregam todo o dinheiro arrecadado à Unicef e recebem um recibo do valor para dedução do seu imposto de renda. Para vocês, a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda, porque é ela quem o faz.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Sons que você não conhece... mas deveria!
domingo, 7 de agosto de 2011
TV Curintia: a jenti si liga em voçê!
06:00 - 07:00
Pequenos Furtos, Grandes Negócios (como se tornar um estelionatário sem sofrer sanções penais)
Apresentação: Alberto Dualib
07:00 - 08:00
Telecurso 2º Grampo (tele-aula sobre como arrombar carros, explodir caixas eletrônicos, bloquear alarmes e fazer gatos)
Apresentação: Marcola
08:00 - 08:15
Café Com O Presidente (tudo sobre o Fielzão e quem sai/fica no Timão)
Apresentação: Andrés Sanches
08:15 - 09:00
Minha Vida Atrás Das Grades (depoimentos reais - documentário)
Narração: Biro-Biro
09:00 - 10:00
Sessão Matinal : Sonhos de uma noite de verão (o ano em que o Corinthians ganhou a Libertadores - ficção)
10:00 - 11:00
TV Roubinho (aventuras em locações na FEBEM do Tatuapé e em Heliópolis - infantil)
11:00 - 12:00
Seja Um Fenômeno (dicas sobre saúde e dietas)
Apresentação: Ronaldo Nazário
12:00 - 13:00
Hora Do Esporte (VT do rachão do dia na Fazendinha)
Comentários: Chico Lang
13:00 - 14:15
A Maravilhosa Cozinha Do Carandiru (as últimas novidades para o seu marmitex)
Apresentação: Ana Maria Brega e Boca de Traíra
14:15 - 15:30
Vale A Pena Ver De Novo (Corinthians x Ponte Preta, a saga do paulistinha de 1977)
15:30 - 16:00
Nat Geo (a história de vida de animais como gambás, gaviões, galinhas, dentre outros)
Apresentação: Renata Fan
16:00 - 17:00
Todo Mundo Odeia Um Corinthiano (seriado sobre garoto corintiano que sofre bullying na escola por causa da Libertadores)
17:00 - 18:00
Mercado Preso (atualize-se sobre o mercado de peças e produtos receptados)
Apresentação: Dinei
18:00 - 19:00
Novela Das 6: Danação (o dia-a-dia dos jovens na cracolândia)
Atores convidados: Laranjinha e Acerola
SPTV (notícias de Sapopemba)
Apresentação: André Risek
Comentários: Dentinho
19:30 - 20:00
Jornal Marginal (notícias do Tatuapé, Itaquera e adjacências)
Apresentação: Gilmar Fubá
20:00 - 21:00
Novela das 8: Prisione
21:00 - 22:00
Loco Repórter (jornalístico que mapeia os pontos mais acessíveis para se conseguir todos os tipos de drogas, bebidas e cigarros por um preço abaixo do comum)
Apresentação: Casagrande
22:00 - 23:00
Especial Manos, Minas e Manés (programa com as novidades do rap e hip hop)
Apresentação: Rapin Hood
23:00 - 23:30
Jornal Da BANDidagem (dicas de como conseguir habeas corpus e indutos, além de leitura e interpretação do Código Penal Brasileiro)
Apresentação: Osmar de Oliveira
23:30 - 00:00
Polícia 24h (flashes da vida real na periferia paulistana)
Apresentação: Zé Elias
00:00 - 01:00
Bandido 24h (a saga de Jucka Bauer nas favelas país afora)
01:00 - 04:00
Seção dos 318 Macumbeiros (sua hora de despacho para tentar ganhar a Libertadores)
Apresentação: Pai Jacú
04:00 - 05:00
Grandes Pensadores do Século (as mais célebres frases e citações de Vicente Matheus comentadas por ex-jogadores)
Apresentação: Milton Leite
05:00 - 06:00
Nossa Gíria Portuguesa (aprenda a falar corretamente as mais novas tendências lingüísticas de favelas, morros e afins)
Apresentação: Neto
Nossa equipe está te esperando. Vem pra cá você também!
Canal 171 da sua tv a cabo-gato!













