sábado, 20 de agosto de 2011

Carta aberta a Renato Aragão

de: Eliane Sinhasique
para: Renato Aragão, vulgo Didi

"Querido Didi, há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu nome para colar nas correspondências que me mandou). Achei que as cartas desse tal Criança Esperança não deveriam ser endereçadas a mim.

Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta.

Não foi por ‘algum’ motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação.

Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula.

A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da minha família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não mata ninguém. Muito pelo contrário, faz bem! Estudei na escola da zona rural, fiz supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro-empresária.

Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos impostos embutidos em cada alimento, em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família.

Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais.

O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores dessa dinheirama toda não têm a educação como prioridade. Pois a educação tira a subserviência e esse fato, por si só, não interessa aos políticos no poder. Por isso, o dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora ou aplicando muito mal.

Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda? Você pode ajudar a mudar isso! Não acha?

Você diz em sua carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada à Presidente da República. Ela tem a chave do cofre e a vontade política para aplicar os recursos. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ela faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. Mas, infelizmente, não é o que acontece…

No último parágrafo da sua carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da ‘minha’ doação, que a ‘minha’ doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.

Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho. Isso significa que o governo leva quase um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.

Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não.

Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira. Outra coisa, Didi: mande uma carta para a Presidente pedindo para ela selecionar melhor os ministros e professores das escolas públicas. Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino. Melhorar os salários desses profissionais também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação.

Peça para ela, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças além de ler, escrever e fazer contas, possam desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ela priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.

Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando:

Eliane Sinhasique, mantenedora principal dos dois filhos que pari."


ps.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.

ps.2: Aos otários que doaram para o Criança Esperança, fiquem sabendo que as organizações Globo entregam todo o dinheiro arrecadado à Unicef e recebem um recibo do valor para dedução do seu imposto de renda. Para vocês, a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda, porque é ela quem o faz.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Sons que você não conhece... mas deveria!

Lita Ford - Playing with fire

domingo, 7 de agosto de 2011

TV Curintia: a jenti si liga em voçê!

Grade de programassão

06:00 - 07:00
Pequenos Furtos, Grandes Negócios (como se tornar um estelionatário sem sofrer sanções penais)
Apresentação: Alberto Dualib

07:00 - 08:00
Telecurso 2º Grampo (tele-aula sobre como arrombar carros, explodir caixas eletrônicos, bloquear alarmes e fazer gatos)
Apresentação: Marcola

08:00 - 08:15
Café Com O Presidente (tudo sobre o Fielzão e quem sai/fica no Timão)
Apresentação: Andrés Sanches

08:15 - 09:00
Minha Vida Atrás Das Grades (depoimentos reais - documentário)
Narração: Biro-Biro

09:00 - 10:00
Sessão Matinal : Sonhos de uma noite de verão (o ano em que o Corinthians ganhou a Libertadores - ficção)

10:00 - 11:00
TV Roubinho (aventuras em locações na FEBEM do Tatuapé e em Heliópolis - infantil)

11:00 - 12:00
Seja Um Fenômeno (dicas sobre saúde e dietas)
Apresentação: Ronaldo Nazário

12:00 - 13:00
Hora Do Esporte (VT do rachão do dia na Fazendinha)
Comentários: Chico Lang

13:00 - 14:15
A Maravilhosa Cozinha Do Carandiru (as últimas novidades para o seu marmitex)
Apresentação: Ana Maria Brega e Boca de Traíra

14:15 - 15:30
Vale A Pena Ver De Novo (Corinthians x Ponte Preta, a saga do paulistinha de 1977)

15:30 - 16:00
Nat Geo (a história de vida de animais como gambás, gaviões, galinhas, dentre outros)
Apresentação: Renata Fan

16:00 - 17:00
Todo Mundo Odeia Um Corinthiano (seriado sobre garoto corintiano que sofre bullying na escola por causa da Libertadores)

17:00 - 18:00
Mercado Preso (atualize-se sobre o mercado de peças e produtos receptados)
Apresentação: Dinei

18:00 - 19:00
Novela Das 6: Danação (o dia-a-dia dos jovens na cracolândia)
Atores convidados: Laranjinha e Acerola

19:00 -19:30
SPTV (notícias de Sapopemba)
Apresentação: André Risek
Comentários: Dentinho

19:30 - 20:00
Jornal Marginal (notícias do Tatuapé, Itaquera e adjacências)
Apresentação: Gilmar Fubá

20:00 - 21:00
Novela das 8: Prisione

21:00 - 22:00
Loco Repórter (jornalístico que mapeia os pontos mais acessíveis para se conseguir todos os tipos de drogas, bebidas e cigarros por um preço abaixo do comum)
Apresentação: Casagrande

22:00 - 23:00
Especial Manos, Minas e Manés (programa com as novidades do rap e hip hop)
Apresentação: Rapin Hood

23:00 - 23:30
Jornal Da BANDidagem (dicas de como conseguir habeas corpus e indutos, além de leitura e interpretação do Código Penal Brasileiro)
Apresentação: Osmar de Oliveira

23:30 - 00:00
Polícia 24h (flashes da vida real na periferia paulistana)
Apresentação: Zé Elias

00:00 - 01:00
Bandido 24h (a saga de Jucka Bauer nas favelas país afora)

01:00 - 04:00
Seção dos 318 Macumbeiros (sua hora de despacho para tentar ganhar a Libertadores)
Apresentação: Pai Jacú

04:00 - 05:00
Grandes Pensadores do Século (as mais célebres frases e citações de Vicente Matheus comentadas por ex-jogadores)

Apresentação: Milton Leite

05:00 - 06:00
Nossa Gíria Portuguesa (aprenda a falar corretamente as mais novas tendências lingüísticas de favelas, morros e afins)

Apresentação: Neto


Nossa equipe está te esperando. Vem pra cá você também!
Canal 171 da sua tv a cabo-gato!


domingo, 24 de julho de 2011

Drogas... você vai encará-las?

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segunda-feira, 18 de julho de 2011

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Marta e os 'mortos'

domingo, 26 de junho de 2011

A saga 'atarizada' de Santos e Corinthians na Libertadores 2011



"Alguns têm enorme fartura, enquanto outros não saboreiam nem migalhas!"

sábado, 18 de junho de 2011

Como derrotar a ignorância de norte-americanos

Durante debate em uma universidade nos Estados Unidos em novembro de 2000, o ex-governador do Distrito Federal, ex-ministro da educação e atual senador Cristóvam Buarque (guarde esse nome para as próximas eleições federais!) foi questionado sobre o que pensava sobre a internacionalização da Amazônia. Um jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.

Eis a resposta do sr. Cristóvam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar que esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos Estados Unidos. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os Estados Unidos querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de comer e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças, tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!
"

quarta-feira, 8 de junho de 2011

A 'dungalização' de Mané Menezes

sábado, 4 de junho de 2011

Roxette - Collection, Tour Brasil (2011)

1. Listen to your heart
2. It must have been love
3. Spending my time
4. The look
5. Dressed for success
6. Dangerous
7. Joyride
8. How do you do!
9. Fading like a flower (every time you leave)
10. Wish i could fly
11. Crash! Boom! Bang!
12. A thing about you
13. Milk and toast and honey
14. Queen of rain
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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Sons que você não conhece... mas deveria!

Signal - Does it feel like love

sábado, 21 de maio de 2011

Diga não às drogas!

"Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de "experimenta, depois quando você quiser é só parar..." e eu fui na dele.

Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raíz", da terra, que não fazia mal, e me deu um inofensivo disco do Chitãozinho & Xororó e em seguida um do Leandro & Leonardo. Achei legal, uma coisa bem brasileira.

Mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais freqüente, comecei a chamar todo mundo de amigo e acabei comprando pela primeira vez. Lembro que cheguei na loja e pedi um cd do Zezé di Camargo & Luciano.

Era o princípio de tudo! Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um cd de axé. Ele dizia que era para relaxar, sabe, coisa leve... Banda Eva, Cheiro de Amor, Netinho, etc. Com o tempo, meu amigo foi me oferecendo coisas piores: É O Tchan, Companhia do Pagode e muito mais.

Após o uso contínuo, eu já não queria saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer os quadris como eu nunca havia mexido antes. Então, meu amigo me deu o que eu queria, um cd do Harmonia do Samba. Minha bunda passou a ser o centro da minha vida, razão do meu existir. Pensava só nessa parte do corpo, respirava por ela, vivia por ela! Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais... Comecei a freqüentar o submundo e correr atrás das paradas.

Foi a partir daí que começou a minha decadência. Fui ao show e ao encontro dos grupos Karametade e Só Pra Contrariar e até comprei a Caras que tinha o Rodriguinho na capa. Quando dei por mim, já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro. Meus polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo.

Não deu outra: entrei para um grupo de pagode. Enquanto vários outros viciados cantavam uma música que não dizia nada, eu e mais outros 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorríamos e fazíamos sinais combinados.

Lembro-me de um dia quando entrei nas lojas Americanas e pedi a coletânea "As melhores do Molejo". Foi terrível. Eu já não pensava mais!

Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas miseráveis e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada. Mas a fase negra ainda estava por vir. Cheguei ao fundo do poço, ao limiar da condição humana, quando comecei a escutar popozudas, bondes, tigres, MC Serginho, Lacraias, motinhas e tapinhas. Comecei a ter delírio e a dizer coisas sem sentido.

Quando saía à noite para as festas, pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos. Fui cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas que queriam me mostrar o caminho das pedras.

Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: Ki-Kokolexo.

Hoje estou internado em uma clínica. Meus verdadeiros amigos fizeram a única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: doses cavalares de rock progressivo e blues. Mas o médico falou que eu talvez tenha de recorrer ao jazz e até mesmo a Mozarth e Bach.

Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam a visão para as coisas boas e te oferecem drogas. Se você não reagir, vai acabar drogado, alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável, distante. Vai perder as referências e definhar mentalmente. Em vez de encher cabeça com porcaria, pratique esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte:

-Não ligue a TV no domingo à tarde;

-Não escute nada que venha de Goiânia ou do interior de São Paulo;

-Não entre em carros com adesivos "Fui...";

-Se te oferecerem um cd, procure saber se o artista já foi ao programa da Hebe ou ao do Gugu;

-Não compre um cd que tenha mais de 6 pessoas na capa;

-Não vá a shows em que os suspeitos façam passos ensaiados;

-Não compre nenhum cd em que a capa tenha nuvens ao fundo;

-Não compre nenhum cd que tenha vendido mais de um milhão de cópias no Brasil;

-Não escute nada em que o autor não consiga uma concordância verbal mínima.

Mas principalmente, duvide de tudo e de todos.

A vida é bela. Eu sei que você consegue. Diga não às drogas!
"

Luis Fernando Verissimo

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Aqui jaz... Corinthians!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Angus Young, Jimi Hendrix e... Zé da Silva!

terça-feira, 3 de maio de 2011

A morte de Bin Laden vs. 11 de setembro: as maiores fraudes do século XXI

Se você é um daqueles que acredita que a destruição das Torres Gêmeas em 11 de Setembro de 2001 foi obra de Osama Bin Laden, então não adianta nem ler este post, porque você também não irá acreditar que Osama Bin Laden continua mais vivo do que nunca.

O que ficou conhecido como o maior ataque terrorista da história e atribuído a Bin Laden não passou de uma grande farsa. Tecnicamente, o ato que matou cerca 3000 pessoas inocentes foi planejado, arquitetato e realizado dentro dos Estados Unidos por cerca de 300 pessoas, os chamados ILLUMINATI, que se julgam donos do planeta com a conivência do ex-presidente George W. Bush. Estes senhores, que mandam na economia americana e, em conseqüência, na economia mundial, só visam uma coisa: o lucro. E se para obter mais e mais lucro isto signifique o sacrifício de vidas humanas inocentes, que assim seja.

Para um governo que tem nas mãos o poder que os Estados Unidos têm e que são capazes de um ato como a destruição das Torres Gêmeas, fazer o mundo acreditar que eles mataram Osama Bin Laden é como pegar um ovo depois que a galinha fez o seu trabalho. Aí é só fritar.

Este é mais um fato de como nós, seres humanos normais, contribuintes, pais e filhos de famílias ordeiras, cidadãos que cumprem seus deveres com a sua pátria, somos presas fáceis no processo de manipulação das informações que atendam aos interesses corporativos e de grupos que dominam este nosso mundo cada vez mais globalizado e não menos bestializado.

Por quê Osama Bin Laden supostamente morreu? Aqui está o fio da meada. Barack Obama está mal nas pesquisas e os cerca de 300 picaretas que querem dominar o mundo querem que ele seja reeleito. Era preciso um fato impactante para reverter o processo e tornar Barack Obama num novo héroi ianque. Isto posto, a morte de Bin Laden foi considerada como este fato impactante e a partir daí o processo de planejamento da farsa da morte do dito terrorista foi iniciada.

A operação quase chegou a ser cancelada, porque como era uma farsa, não se tinha como “matar a cobra e mostrar o pau”. Como exibir o troféu da caça se ele não existe? Foi aí que alguém de extrema inteligência planejou dizer que o corpo seria jogado ao mar para seguir uma tradição muçulmana. E com base nisso, o plano seguiu adiante com fatos fraudados divulgados na imprensa mundial a partir de um comunicado oficial do principal beneficiado com a notícia: Mr. Barack Obama.

Assim como o ato irresponsável das Torres Gêmeas é cheio de falhas, pois não existe crime perfeito, esta fraude da morte de Bin Laden está cheia de provas que contradizem a sua veracidade.

Divulgaram vídeos do momento da invasão e conseqüente morte, tal qual fizeram com Saddam Hussein em 2006? Não!

Um quarto qualquer com manchas de sangue é prova de sua morte? Não!

Mostraram alguma foto ou registro qualquer do cadáver antes de jogá-lo aos tubarões mar adentro? Não!

Jogar o corpo ao mar é uma tradição muçulmana? Não. De acordo com a tradição, o corpo de um muçulmano deve ser lavado por homens de fé muçulmana e sepultado o mais rápido possível, de preferência nas primeiras 24 horas após a morte. Em geral, o cadáver é coberto por uma mortalha branca. Não há referência a mar. Isto foi feito? Não!

Conclusão: não há provas de que os Estados Unidos mataram Bin Laden. Trata-se de mais uma fraude de muita pouca inteligência bolada pela “pseudo-inteligência” americana a serviço da candidatura de Barack Obama, tendo como mandantes os 300 picaretas que querem dominar o mundo.

O que esses marqueteiros têm que entender é que não estamos mais vivendo na Idade Média. Como é que eles pensam que vão enganar bilhões de pessoas em todo o mundo com uma estória mal contada como esta? Se eles continuarem achando que a mídia tem todo esse poder, as pessoas vão acabar fazendo como a máxima popular: “Um dia li que fumar fazia mal e parei de fumar. Outra vez li que bebidas alcoólicas faziam mal e parei de beber. Posteriormente li que fazer sexo fazia mal e parei de ler.”

É o que vai acontecer. Se sua mente não te entorpecer, encarará esses fatos como apenas mais duas farsas dos ditos moralistas da terra do Tio Sam e seus comparsas mundo afora.