sábado, 4 de junho de 2011

Roxette - Collection, Tour Brasil (2011)

1. Listen to your heart
2. It must have been love
3. Spending my time
4. The look
5. Dressed for success
6. Dangerous
7. Joyride
8. How do you do!
9. Fading like a flower (every time you leave)
10. Wish i could fly
11. Crash! Boom! Bang!
12. A thing about you
13. Milk and toast and honey
14. Queen of rain
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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Sons que você não conhece... mas deveria!

Signal - Does it feel like love

sábado, 21 de maio de 2011

Diga não às drogas!

"Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de "experimenta, depois quando você quiser é só parar..." e eu fui na dele.

Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raíz", da terra, que não fazia mal, e me deu um inofensivo disco do Chitãozinho & Xororó e em seguida um do Leandro & Leonardo. Achei legal, uma coisa bem brasileira.

Mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais freqüente, comecei a chamar todo mundo de amigo e acabei comprando pela primeira vez. Lembro que cheguei na loja e pedi um cd do Zezé di Camargo & Luciano.

Era o princípio de tudo! Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um cd de axé. Ele dizia que era para relaxar, sabe, coisa leve... Banda Eva, Cheiro de Amor, Netinho, etc. Com o tempo, meu amigo foi me oferecendo coisas piores: É O Tchan, Companhia do Pagode e muito mais.

Após o uso contínuo, eu já não queria saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer os quadris como eu nunca havia mexido antes. Então, meu amigo me deu o que eu queria, um cd do Harmonia do Samba. Minha bunda passou a ser o centro da minha vida, razão do meu existir. Pensava só nessa parte do corpo, respirava por ela, vivia por ela! Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais... Comecei a freqüentar o submundo e correr atrás das paradas.

Foi a partir daí que começou a minha decadência. Fui ao show e ao encontro dos grupos Karametade e Só Pra Contrariar e até comprei a Caras que tinha o Rodriguinho na capa. Quando dei por mim, já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro. Meus polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo.

Não deu outra: entrei para um grupo de pagode. Enquanto vários outros viciados cantavam uma música que não dizia nada, eu e mais outros 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorríamos e fazíamos sinais combinados.

Lembro-me de um dia quando entrei nas lojas Americanas e pedi a coletânea "As melhores do Molejo". Foi terrível. Eu já não pensava mais!

Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas miseráveis e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada. Mas a fase negra ainda estava por vir. Cheguei ao fundo do poço, ao limiar da condição humana, quando comecei a escutar popozudas, bondes, tigres, MC Serginho, Lacraias, motinhas e tapinhas. Comecei a ter delírio e a dizer coisas sem sentido.

Quando saía à noite para as festas, pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos. Fui cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas que queriam me mostrar o caminho das pedras.

Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: Ki-Kokolexo.

Hoje estou internado em uma clínica. Meus verdadeiros amigos fizeram a única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: doses cavalares de rock progressivo e blues. Mas o médico falou que eu talvez tenha de recorrer ao jazz e até mesmo a Mozarth e Bach.

Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam a visão para as coisas boas e te oferecem drogas. Se você não reagir, vai acabar drogado, alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável, distante. Vai perder as referências e definhar mentalmente. Em vez de encher cabeça com porcaria, pratique esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte:

-Não ligue a TV no domingo à tarde;

-Não escute nada que venha de Goiânia ou do interior de São Paulo;

-Não entre em carros com adesivos "Fui...";

-Se te oferecerem um cd, procure saber se o artista já foi ao programa da Hebe ou ao do Gugu;

-Não compre um cd que tenha mais de 6 pessoas na capa;

-Não vá a shows em que os suspeitos façam passos ensaiados;

-Não compre nenhum cd em que a capa tenha nuvens ao fundo;

-Não compre nenhum cd que tenha vendido mais de um milhão de cópias no Brasil;

-Não escute nada em que o autor não consiga uma concordância verbal mínima.

Mas principalmente, duvide de tudo e de todos.

A vida é bela. Eu sei que você consegue. Diga não às drogas!
"

Luis Fernando Verissimo

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Aqui jaz... Corinthians!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Angus Young, Jimi Hendrix e... Zé da Silva!

terça-feira, 3 de maio de 2011

A morte de Bin Laden vs. 11 de setembro: as maiores fraudes do século XXI

Se você é um daqueles que acredita que a destruição das Torres Gêmeas em 11 de Setembro de 2001 foi obra de Osama Bin Laden, então não adianta nem ler este post, porque você também não irá acreditar que Osama Bin Laden continua mais vivo do que nunca.

O que ficou conhecido como o maior ataque terrorista da história e atribuído a Bin Laden não passou de uma grande farsa. Tecnicamente, o ato que matou cerca 3000 pessoas inocentes foi planejado, arquitetato e realizado dentro dos Estados Unidos por cerca de 300 pessoas, os chamados ILLUMINATI, que se julgam donos do planeta com a conivência do ex-presidente George W. Bush. Estes senhores, que mandam na economia americana e, em conseqüência, na economia mundial, só visam uma coisa: o lucro. E se para obter mais e mais lucro isto signifique o sacrifício de vidas humanas inocentes, que assim seja.

Para um governo que tem nas mãos o poder que os Estados Unidos têm e que são capazes de um ato como a destruição das Torres Gêmeas, fazer o mundo acreditar que eles mataram Osama Bin Laden é como pegar um ovo depois que a galinha fez o seu trabalho. Aí é só fritar.

Este é mais um fato de como nós, seres humanos normais, contribuintes, pais e filhos de famílias ordeiras, cidadãos que cumprem seus deveres com a sua pátria, somos presas fáceis no processo de manipulação das informações que atendam aos interesses corporativos e de grupos que dominam este nosso mundo cada vez mais globalizado e não menos bestializado.

Por quê Osama Bin Laden supostamente morreu? Aqui está o fio da meada. Barack Obama está mal nas pesquisas e os cerca de 300 picaretas que querem dominar o mundo querem que ele seja reeleito. Era preciso um fato impactante para reverter o processo e tornar Barack Obama num novo héroi ianque. Isto posto, a morte de Bin Laden foi considerada como este fato impactante e a partir daí o processo de planejamento da farsa da morte do dito terrorista foi iniciada.

A operação quase chegou a ser cancelada, porque como era uma farsa, não se tinha como “matar a cobra e mostrar o pau”. Como exibir o troféu da caça se ele não existe? Foi aí que alguém de extrema inteligência planejou dizer que o corpo seria jogado ao mar para seguir uma tradição muçulmana. E com base nisso, o plano seguiu adiante com fatos fraudados divulgados na imprensa mundial a partir de um comunicado oficial do principal beneficiado com a notícia: Mr. Barack Obama.

Assim como o ato irresponsável das Torres Gêmeas é cheio de falhas, pois não existe crime perfeito, esta fraude da morte de Bin Laden está cheia de provas que contradizem a sua veracidade.

Divulgaram vídeos do momento da invasão e conseqüente morte, tal qual fizeram com Saddam Hussein em 2006? Não!

Um quarto qualquer com manchas de sangue é prova de sua morte? Não!

Mostraram alguma foto ou registro qualquer do cadáver antes de jogá-lo aos tubarões mar adentro? Não!

Jogar o corpo ao mar é uma tradição muçulmana? Não. De acordo com a tradição, o corpo de um muçulmano deve ser lavado por homens de fé muçulmana e sepultado o mais rápido possível, de preferência nas primeiras 24 horas após a morte. Em geral, o cadáver é coberto por uma mortalha branca. Não há referência a mar. Isto foi feito? Não!

Conclusão: não há provas de que os Estados Unidos mataram Bin Laden. Trata-se de mais uma fraude de muita pouca inteligência bolada pela “pseudo-inteligência” americana a serviço da candidatura de Barack Obama, tendo como mandantes os 300 picaretas que querem dominar o mundo.

O que esses marqueteiros têm que entender é que não estamos mais vivendo na Idade Média. Como é que eles pensam que vão enganar bilhões de pessoas em todo o mundo com uma estória mal contada como esta? Se eles continuarem achando que a mídia tem todo esse poder, as pessoas vão acabar fazendo como a máxima popular: “Um dia li que fumar fazia mal e parei de fumar. Outra vez li que bebidas alcoólicas faziam mal e parei de beber. Posteriormente li que fazer sexo fazia mal e parei de ler.”

É o que vai acontecer. Se sua mente não te entorpecer, encarará esses fatos como apenas mais duas farsas dos ditos moralistas da terra do Tio Sam e seus comparsas mundo afora.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Um casamento real surreal

29 de abril de 2011, dia do casamento do príncipe William com a plebéia Kate Middleton. A humanidade nos quatro cantos do planeta já está e vai continuar a ouvir falar sobre este assunto e seus detalhes à exaustão, numa grande cobertura jornalística agendada pela mídia internacional.

O circo (a expressão faz um certo sentido, já que trata-se de uma palhaçada, ainda mais por ser o próprio contribuinte inglês quem arcará com os custos) montado para a ocasião será motivo de notícia por causa dos olhos do príncipe, da destacável simetria do corpo da noiva, do roteiro por onde passará a carruagem, da cor do cavalo que a conduzirá, da lista de convidados, da decoração da abadia, do vestido exclusivamente desenhado para a celebração, enfim de qualquer gesto ou movimento, ainda que silencioso, dos nubentes.

Até que o casal real saia da Abadia de Westminster e desapareça uma secreta viagem de lua-de-mel, a idiotice vai continuar sendo transmitida mundo afora, repetindo a história de Lady Di, celebrando o casal real e despertando nas jovens plebéias ocidentais o sonho de um casamento maravilhoso com o príncipe encantado.

Desnecessário dizer que as coisas não são bem assim. Nem mesmo nas encantadas e ricas famílias reais, onde grande parte das relações é para inglês ver (literalmente!) e a mágica é tão fugaz quanto o da Gata Borralheira. Com direito a traições e lances jocosos como uma amante que escreve ao príncipe: "Quero ser o seu Tampax".

Na repetição do protocolo, conforme manda o ritual repetido há séculos, tem-se a leve impressão de estar vendo um filme repetido. No anterior, os personagens Charles e Diana viveram uma turbulenta relação que teve um fim trágico. Tirando a feiúra de Camila Parker Bowles e do príncipe Charles, parece mesmo coisa de cinema, que pode até ter um toque de ação e mistério: para evitar um escândalo real, o MI-5 tem a missão de assassinar a princesa e seu amante árabe, Dodi Al-Fayed, integrante de uma organização terrorista, que pretende destruir o Big-Ben. Perseguidos pelos agentes ingleses, acabam mortos quando o carro em que estavam capota em alta velocidade num túnel de Paris.

Interessante é que nos outros países onde ainda existem famílias reais, como Suécia, Espanha, Mônaco, Dinamarca, Finlândia, Japão, não se vê este tipo de espetáculo. São mais discretos. Vai ver estas outras realezas não se interessam pelos direitos de transmissão dos casamentos espetaculosos de seus sucessores nem fazem questão de se expor a tal ponto, estabelecendo uma relação com a mídia e com os plebeus do mundo diferente da britânica, que acaba por celebrizar e tornar pública situações que deveriam permanecer restrita às muralhas dos palácios.

Afinal, o que o casamento real tem a dizer às garotas pobres que se prostituem por alguns trocados com ingleses que fazem turismo sexual no Nordeste brasileiro? O que isso tem a ver com a realidade brasileira de jovens adolescentes viciados em crack? Por que esta imprensa imbecil tem que ficar divulgando este assunto mundo afora, como se todo mundo quisesse saber quem foi convidado para o casamento real? Que lógica existe nisso?

Portanto, desde já, leitor, boicote este assunto. Feche o jornal, desligue a TV, clique em outra página da internet, pule esse assunto. Dê um basta nesta idiotice para que os paparazzi não tenham que matar outro casal real num túnel qualquer por aí.

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ps.: em tempo, exemplo de como se fazer um casamento realmente popular!

sábado, 23 de abril de 2011

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O futebol e suas máximas

-Fluminense e Corinthians nunca ganharão um título sulamericano.

-A seleção brasileira sempre joga mal contra o México.

-O Atlético Paranaense sempre vence o Flamengo na Arena da Baixada e o Flamengo sempre vence o Atlético Paranaense no Maracanã.

-Fluminense nunca chega a uma final de turno do Carioca quando enfrenta um time grande na semifinal.

-Flamengo sempre é goleado no estado do Paraná.

-Qualquer time pequeno sempre rouba a vaga do Botafogo nas semifinais do Carioca.

-Em todo Juventude x Corinthians em Caxias do Sul tem neblina.

-Sempre que algum time sobe da Série B, já é considerado virtual rebaixado.

-O São Paulo sempre será eliminado na Libertadores por um clube brasileiro e esse time será o vice-campeão.

-O Atlético-MG sempre será eliminado pelo Botafogo em competições mata-mata.

-O Internacional é considerado todo ano o melhor elenco do Brasil, mas nunca ganha o Brasileirão.

-Não importa o adversário internacional que você pegue na Libertadores, eles sempre terão um Gonzales no time.

-Palmeiras e São Caetano só se enfrentam em mata-mata.

-Todo atacante dispensado no Flamengo, por pior que seja, vira carrasco em outro time.

-Ninguém nunca lembrará que Bangu e Bragantino já chegaram a uma final de Campeonato Brasileiro.

-Todo perna-de-pau joga bem no Grêmio.

-Fluminense e Vasco é sempre empate com gols bizarros.

-Rafael Moura só joga bem no time que você não torce.

-Toda seleção boliviana é composta por um camisa 10 chamado Vaca, um Suárez, um goleiro alto e mais oito jogadores exatamente iguais, ou seja, baixinhos, com cara de índio e de topete.

-O estádio próprio do Corinthians sairá do papel dentro de 3 anos desde 1953.

-Neneca só será apelido de jogador se este for goleiro e jogar em times do interior.

-Givanildo de Oliveira sempre será técnico de algum time de Pernambuco.

-O Bolton está sempre em 13º no Campeonato Inglês.

-Os Guaranis do Rio Grande do Sul sempre se enfrentam umas 8 vezes por ano.

-Aquele atacante fera meia-boca que jogou no seu time há uns 3 anos e depois sumiu, fatalmente está escondido no futebol português, mais precisamente no Belenenses.

-A torcida do Juventude sempre lotará o lado da arquibancada em que o time está atacando, deixando o outro lado vazio.

-Carlinhos Bala é sempre o artilheiro do campeonato pernambucano.

-O Juventude venderá seu centroavante (moreno e careca) para um clube coreano ou japonês e contratará um bem parecido (moreno e careca) para substituí-lo. Esse fará muitos gols de cabeça.

-Paulo Wanchope será o eterno homem-gol da seleção costarriquenha.

-Aquele jogador africano que você achava interessante e que está sumido há algum tempo, está sempre jogando na Inglaterra, mais precisamente no Portsmouth.

-Viduka e Kewell, mesmo depois de se aposentarem, continuarão fazendo gols pela seleção australiana.

-A seleção da Noruéga foi extinta depois da copa de 98.

-Lauro e Itaqui sempre jogarão no Juventude, mesmo depois dos 60 anos.

-Chevanton é o centroavante uruguaio bom que você nunca viu jogar.

-Lulinha, Saviola, Adu, Cavenaghi, Dentinho e Aimar sempre serão eternas promessas.

-Se algum time brasileiro chegar na final da Libertadores contra o Boca Jrs, perderá.

-Todos os times bolivianos, peruanos e colombianos que jogam a Libertadores têm a mesma escalação: Martínez; Pérez, Hidalgo, Díaz e Silva; Rodríguez, Álvarez, Cortez e Santos (brasileiro, craque do time, nunca jogou profissionalmente no Brasil); Gómez e Vera. Téc.: Álvaro Núñez.

-Se o Luciano do Valle ganhasse R$0,25 por cada nome de jogador que troca em suas transmissões, em 4 meses já estaria milionário.

-Cléber Machado sempre narra “Jã” em vez de Jean.

-A qualquer horário que você coloque na Rede Vida, estará passando um jogo de alguma divisão do Campeonato Paulista.

-O Bruno José Daniel, em Santo André, sempre está em reformas para ser o melhor estádio do Brasil.

-A Ponte Preta sempre tem um Raulen, Rudinei ou qualquer outro jogador com nome escroto como destaque.

-Galvão Bueno só narra partida de futebol quando for da seleção brasileira ou final de algum torneio importante.

-Luís Roberto sempre narra “Alexi” em vez de Alex.

-Na Copa do Mundo, apenas um jogador do time titular do Brasil não usa número de 1 a 11.

-O Grêmio sempre tem um argentino ou um uruguaio no elenco.

-Todo preparador de goleiros bate bem na bola.

-O Borussia Monchengladbach está sempre na lanterna do Campeonato Alemão e nunca é rebaixado.

-A Holanda sempre protagonizará o jogo mais emocionante do torneio que disputar.

-A Holanda sempre perderá o jogo mais emocionante do torneio que disputar.

-O Cruzeiro sempre tem um zagueiro chamado Luisão.

-O sueco Larsson tem 32 anos desde 94.

-Todo Marcinho é camisa 10.

-Toda partida de Copa Libertadores, Sulamericana, Recopa, Eliminatórias e até simples amistosos na América do Sul são apitados pelo árbitro Oscar Ruiz, inclusive em jogos simultanêos.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Bono Vox, mas pode chamar de Dunga

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sons que você não conhece... mas deveria!

Urgent - Running back

terça-feira, 29 de março de 2011

AC/DC: o mundo dos goleiros 'Antes de Ceni' / 'Depois de Ceni'

20 anos de Rogério Ceni no Morumbi. 13 anos batendo faltas e pênaltis para fazer 100 gols na carreira e na história. Campeão do mundo, da América, do Brasil, de São Paulo e do Morumbi. E isso irrita quem não é.

17 anos de Rogério defendendo a meta tricolor. “Meta” que é a palavra perfeita para definir o craque. Ele é um profissional que parece bater um tiro de meta já com o objetivo definido. Determinado. Para isso se prepara. Treina. Estuda. Pensa. Faz. E isso irrita quem não se compromete como ele.

Os 100 gols de falta e de pênalti não são acaso. São casos pensados. Treinados. Ele é daqueles que treinam até faltar luz no centro de treinamento. E por isso acaba sendo tão iluminado quando é necessário. Quando é preciso como Rogério na meta são-paulina. Ainda mais tricolor quando defendida pelo maior craque-bandeira da história do clube. E isso irrita quem não gosta dele e do São Paulo.

Rogério não dá bola porque ele não a larga. É daqueles goleiros que diminuem o tamanho do gol para os adversários. Com Rogério, no banco de 1993 a 1996, titular absoluto desde 1997, o São Paulo, se não ganhou tudo, foi quase tudo. E quase tudo parou nas mãos de Rogério, e passou pelos pés, pela cabeça, pelos dedos do líder incontestável. Para o bem e para o mal. E isso irrita.

Rogério não é perfeito, muito também por ser perfeccionista. Exige tanto que chega a irritar. E ao se irritar, cobra porque se cobra mais que tudo e que todos. E isso irrita.

Como algumas saídas de meta em forma da cruz que aprendeu com o ídolo Navarro Montoya (que os não poucos críticos reclamam que ele se ajoelha demais); como as adiantadas nos pênaltis; como a fome de jogar de qualquer jeito; como algumas cobranças de falta desnecessárias no passado; como algumas cobranças no elenco exageradas; como algumas cobranças da (e na) direção mal contornadas no vai-não-sai para o Arsenal em 2001, que quase acabou com parte dessa história impressionante; como algumas poucas falhas em momentos decisivos que acontecem com todos os mortais. Por mais imortal que ele seja no Morumbi. E isso irrita.

Ainda mais os adversários que querem ver os erros do mundo nas luvas de Rogério. Parte da empáfia assumida e juramentada e juvenalizada são-paulina passa pelo capitão, líder e exemplo. Mas repare em cada linha bem pensada, articulada e falada por Rogério. Na derrota, na vitória, Rogério está sempre lá para defender o São Paulo. Pode perder a linha, vez ou outra. Mas jamais a segurança que passa aos companheiros, aos rivais e à instituição. À família são-paulina e à família Ceni que defende fora de campo tão bem como ele segura as pontas e os trancos na meta. Neste mundo midiático, escancarado e escandalizado, Rogério preserva e se preserva com categoria. Não se perde na noite e ganha o dia. E isso irrita.

Porque ele é diferente. Não apenas por fazer defesas como poucos na história do clube, não apenas por fazer gols como ninguém na história do futebol. Se Rogério pensa muito bem no que fala e no que faz, não pensa em ser lembrado e admirado como um ídolo de todas as torcidas. Rogério é tão são-paulino que tem o compromisso com o São Paulo. Só. De ser feliz e amado pelos tricolores. Só. E não faz questão de ser o ídolo que merecia ser de todos os torcedores. E isso irrita.

Como devem se irritar os não-são-paulinos que não puderam ver o Liverpool campeão do mundo porque Rogério segurou todas as bolas do massacre na final de 2005. A falta na gaveta de Gerrard que Rogério defendeu como se fosse um Ceni. O chute cruzado num bolo de gente que Rogério defendeu como se fosse um Ceni. As defesas daquele que foi tudo no Japão como se fosse um Ceni. E ainda foi o artilheiro do São Paulo na campeoníssima temporada de 2005 como se fosse um Ceni. E isso irrita.

Um ano depois de Rogério chorar como criança quando eliminado pelo Once Caldas, na semifinal da Libertadores de 2004, em Manizales. Quando pensou que não conseguiria mais (re)conquistar o que já havia ganho como reserva do imenso Zetti. Digno sucessor da escola tricolor de Valdir Peres, Sérgio Valentim, José Poy. Grandes, imensos goleiros debaixo das traves, em toda a grande área. Mas nenhum, no São Paulo, senhor de todas as áreas como Rogério. E isso irrita.

Talvez Rogério não seja mais goleiro que outros goleiros tricolores. Talvez Rogério não seja o maior craque entre tantos craques e gênios são-paulinos. Talvez outros raros tricolores tenham sido tão são-paulinos quanto ele. Mas não há ídolo como Rogério Ceni. Como diz com muita razão e enorme paixão o são-paulino, todos os times têm um goleiro. Só o São Paulo tem Rogério Ceni. E isso não se imita.

sábado, 26 de março de 2011

Whitesnake - The Definitive Collection (2006)

1. Don't Break My Heart Again
2. Walking In The Shadow Of The Blues
3. Ain't No Love In The Heart Of The City
4. Ready An' Willing
5. Slide It In
6. Love Ain't No Stranger
7. Slow An' Easy
8. Fool For Your Loving ‘89
9. Judgement Day
10. The Deeper The Love
11. Now You're Gone
12. Looking For Love
13. Give Me All Your Love
14. Is This Love
15. Here I Go Again ‘87
16. Still Of The Night
17. Pride And Joy
18. We Wish You Well
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sábado, 19 de março de 2011

Em busca das migalhas de Obama

O tempo é o senhor absoluto das verdades. Para o bem e para o mal. Há menos de meio século, uma turma bradava nas ruas palavras de ordem contra o que era chamado de “imperialismo norte-americano”. Em nome de causas como essa, milhares foram submetidos às mais atrozes torturas nos porões sombrios da linha dura. Outras centenas deram as próprias vidas. De lá pra cá, uma ala dessa turma ascendeu ao poder e hoje refastela-se no conforto da amnésia política e da subserviência crônica e cultural. Como presente de Páscoa, renderão ao Brasil um espetáculo de puxa-saquismo nos próximos dias, durante a visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, portador das mais obscuras intenções possíveis.

Ao que tudo indica, Barack Obama, tal qual um coelhinho, só vem ao Brasil para distribuir seus ovos de Páscoa, posar de bonito nas fotografias e tentar azeitar algum negócio com os tupiniquins, visando apenas seus próprios cofres hoje tão precários. A famigerada compra dos caças e o carinho petista com o Irã são algumas delas. Ou alguém ainda acredita que o ex-pop star virá ao Brasil para anunciar o fim da bitributação de empresas brasileiras nos Estados Unidos ou a extinção das barreiras protecionistas que dificultam a entrada dos nossos produtos no mercado norte-americano? Santa ingenuidade.

Ainda assim, muito além da deferência a uma visita oficial de um chefe de Estado, politiqueiros de toda espécie disputaram a tapa a inclusão de seus feudos no roteiro do passeio de Obama. Como sempre, Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro e gandula-mor da administração “lulo-petista”, conquistou o direito de dar palanque ao presidente norte-americano. Em alvoroço, as comunidades pseudo-pacificadas querem seu lugar ao sol e sonham ver Obama subindo suas ladeiras. É como bem diz o historiador econômico norte-americano David Landes, simples e direto, a propósito de o mundo ser dividido em três tipos de nações: “Há aquelas em que as pessoas gastam muito dinheiro para não aumentar de peso, aquelas em que as pessoas comem para viver e aquelas que não sabem de onde virá a próxima refeição”. Como o pão está curto e caro, fiquemos, pois, apenas com o circo. Tiririca está aí para ilustrar tal metáfora.

E a tenda vai estar bonita no Rio de Janeiro nos próximos dias. Barack Obama fará um discurso com uma retaguarda de 2550 bajuladores a contemplar-lhe os fundilhos. Divididos por estamentos, óbvio. 50 “supervips” ficarão posicionados bem pertinho do presidente norte-americano, os chamados papagaios de pirata; outros 500 “vips” estarão um metro atrás; e 2000 convidados ilustres – um pouco menos “vips” – ficarão ao fundo, bem atrás. Um espetáculo que deve custar alguns milhões de reais ao Estado que chora pitangas e não consegue concretizar, por exemplo, a ajuda humanitária às vítimas das tragédias dos últimos dois anos país afora. Mas está tudo certo. Para uma população que legitima um governo estadual fundado em factóides midiáticos e operações carnavalescas, está ótimo.

Resta saber quem serão os privilegiados que receberão os ovos de Páscoa de Barack Obama. Falta-nos um Superman com olhar de raio-x, capaz de radiografar o presidente norte-americano no momento do discurso. Acredito que o filme revelaria uma abundância de bocas a tentar lambiscar o presente. O resto é bobagem.

domingo, 13 de março de 2011